Maior
capilaridade, difusão do conhecimento e consciência participativa para que mais
bens culturais regionais baianos sejam protegidos pelos poderes públicos e pela
população. Este é um dos objetivos da parceria entre a Superintendência de
Desenvolvimento Territorial da Cultura (Sudecult) da Secretaria de Cultura
(SecultBA), e o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC).
A
Sudecult promove de forma participativa e articulada parcerias com instituições
públicas, privadas e sociedade civil, para benefício das comunidades. São ações
desenvolvidas em 27 Territórios de Identidade. Na sua estrutura estão as diretorias
de Cidadania, de Espaços Culturais e de Territorialização. Um dos canais mais
diretos da Sudecult são os representantes territoriais e os diretores de
centros de cultura, que vivem as realidades regionais.
MULTIPLICADORES – “A ideia é executarmos
um programa de Educação Patrimonial para representantes e diretores de centros
já que eles são multiplicadores de uma política pública nas regiões onde
atuam”, diz a diretora de Preservação do IPAC, Etelvina Rebouças. O programa
incluirá oficinas, palestras, cartilhas e trabalhos de grupos. Dentre os temas,
legislações e ações da política patrimonial no Brasil. Com isso, esses
multiplicadores passam a ter mais ferramentas, maior domínio de legislações e
melhor atendimento para as demandas dos bens culturais na Bahia.
No
último dia 19, no evento da Sudecult ‘Territórios Culturais em Diálogo’,
ocorrido em Valença, o gerente de Patrimônio Imaterial do IPAC, Roberto
Pellegrino, promoveu palestra. “Apresentamos panorama histórico e atuação do
IPAC, ressaltando a responsabilidade compartilhada entre União, Estado e
Municípios, como determina a Constituição de 1988”, lembra Pellegrino.
COMPETÊNCIA – As 417 prefeituras da
Bahia ainda solicitam muitos serviços de salvaguarda, sobrecarregando Estado e
União. O último censo de 2010 (IBGE) mostra que 62 prefeituras (15%) já têm
ações que beneficiam bens culturais. Ilhéus, Palmeiras, Catu e Maragojipe já estão
com sistemas de Patrimônio. O Superior Tribunal Federal deu competência para as
prefeituras criarem infraestrutura e provocarem as câmaras municipais para
aprovar legislação sobre patrimônio. Com as leis, as prefeituras podem fazer
inventários, tombamentos e registros, fiscalizar, multar, embargar obras e até
captar recursos da área de patrimônio.
Sudecult
e IPAC ainda estão criando cronograma de trabalho. Para fazer contato com a Sudecult,
utilize o telefone (71) 3103-3413. Mais informações sobre a proteção de bens
culturais na Bahia, procure a Dipat/IPAC no telefone (71) 3117-7496, ou
endereço dipat.ipac@ipac.ba.gov.br.
Sobre
obras e projetos do IPAC no telefone (71) 3116-6731, ou dipro.ba@ipac.ba.gov.br. Acesse o site www.ipac.ba.gov.br, o facebook ‘Ipacba Patrimônio’
e o twitter ‘@ipac_ba’.
Assessoria de Comunicação – IPAC, em 26.08.2015
Texto-base: Íris Leandro
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