Exposições artísticas e performances de dança, música, teatro, circo, cinema e vídeo são algumas das ações que podem ocupar o Passeio Público, localizado no Campo Grande, e áreas do Museu de Arte da Bahia (MAB), no Corredor da Vitória, em Salvador.
Responsável também pelo Museu de Arte Moderna, Palacete das Artes, Palácio da Aclamação, Solar Ferrão, museus Abelardo Rodrigues, Udo Knoff e Tempostal, além da Praça das Artes, no Pelourinho, o IPAC detém espaços bem localizados em Salvador. No interior, o Instituto administra o Parque Castro Alves (Cabaceiras do Paraguaçu), Museu do Recôncavo (Candeias) e Museu do Recolhimento (Santo Amaro).
"Observa-se demanda represada para ocupar espaços públicos na cidade", diz João Carlos. "Além do público, os grupos de dança e teatro também necessitam de espaços", completa Fernanda Tourinho. A ideia é que os museus utilizem áreas contíguas para dialogar com linguagens artísticas e eventos. Segundo João Carlos, o aumento do diálogo com a sociedade e a ocupação artística provocará mais uso e sentimento de pertencimento da população para com esses equipamentos.
MUSEU DE ARTE - Um exemplo feliz dessas possibilidades é o Museu de Arte da Bahia, que detém 6,6 mil metros quadrados de área, num dos trechos mais nobres de Salvador, entre o Corredor da Vitória e o Vale do Canela. "Pensamos em ações que a Fundação já disponha ou apoie, e que criem periodicidade, para que as pessoas saibam que, naquele dia, acontecerão sempre atividades", explica a diretora da Funceb, Fernanda Tourinho.
Na sua missão institucional, a Funceb cria e implementa, em articulação e diálogo com a sociedade e outras instituições, programas e projetos que promovem artes visuais, audiovisual, circo, dança, literatura, música e teatro. Nessa ocupação, o IPAC se responsabiliza pela manutenção, limpeza e segurança. No último dia 30 (março), assessores, gerentes e diretores da Funceb e IPAC vistoriaram o MAB e o Passeio Público. O diretor do IPAC ressalta essa transversalidade.
"Estamos convivendo em um ano orçamentário complexo, mas podemos ter parcerias, trocar expertises, tecnologias e knowhow. Ao juntarmos esforços, quem ganha é a população, que usufrui desses equipamentos e das atrações", afirma João Carlos. Para saber mais sobre projetos, programas e obras do IPAC, acesse o site www.ipac.ba.gov.br, o facebook Ipacba Patrimônio e o twitter @ipac_ba. Acesse a Funceb no Facebook e no site www.funceb.ba.gov.br.
Assessoria de Comunicação - IPAC - em 07.04.2015
Jornalista responsável - Geraldo Moniz (DRT-BA 1498)
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