Investimentos
e negócios também estão previstos na área de tecnologia da informação.
“Investiremos R$ 100 milhões nos próximos dois anos para modernizar
todos os processos de gestão nas unidades de saúde, o que eliminará, por
exemplo, prontuários físicos e processos manuais de faturamento e
recebimento”, ressalta o titular da pasta da Saúde, que estipula como
meta tornar a gestão 100% online.
O
principal beneficiado com a informatização de toda a rede própria,
indireta e contratualizada será o próprio paciente, visto que a Central
Estadual de Regulação (CER) será mais ágil e eficiente. Na avaliação de
Vilas-Boas, a Central, em si não é um problema, mas um termômetro do
sistema de saúde. “Um dos desafios é fazer com que todos os leitos de
média e alta complexidade do SUS sejam regulados pela CER. Hoje
utiliza-se telefone e fax para buscar vagas”, pontua o secretário.
O
Hospital Ana Nery é um exemplo de unidade hospitalar onde a Central não
possui a gestão total dos leitos. Ainda que seja uma unidade pública e
considerada de excelência e referência na alta complexidade na área de
Cardiologia e Nefrologia, se faz necessário aperfeiçoar a gestão de
leitos. Dos 232 leitos existentes no Hospital Ana Nery, apenas 41 ficam
de fato sob gestão da Central Estadual de Regulação, ou seja, 17,6% do
total. Os 191 leitos restantes são ocupados pela própria demanda do
hospital, visto que internam-se muitos pacientes de procedimentos
eletivos em detrimento da urgência e emergência.
Fonte: Ascom Sesab
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